Domingo, 4 de Março de 2007

Quanto mais diabinhos, melhor

Na idade média nos bailes da quaresma era comum o uso de máscaras. Somente na França, durante a Revolução Francesa elas foram proibidas, pois poderiam ser utilizadas pelos inimigos do estado. O uso também era comum na Itália, onde até padres utilizavam durantes as festas.

 

Os anos foram passando e por influencia francesa, no ano de 1834, as máscaras chegaram ao Brasil e foram utilizadas no carnaval. No começo as mais comuns eram as que imitavam animais, as que possuíam bigodes e também óculos. Mas, com o tempo, a fantasia mais usada passou a ser a de diabinho. Roupa vermelha colada, rabo grande, chifres e tridente na mão, geralmente eram assim os diabos do carnaval carioca. O sucesso foi tão grande, que os jornais mensuravam se o carnaval estava bom ou não, pelo número de diabinhos na rua.

 

Mais tarde outra fantasia que fez sucesso, foi o chamado dominó. Havia dominós das mais variadas cores. No ano de 1878, as fantasias da moda eram os chamados chicards, a indumentária era formada por uma calça colante, chapéu de plumas, botas e casacos. No Rio de Janeiro, também existiam pessoas que se fantasiavam de velhos e saiam para as ruas pedindo esmolas. O dinheiro arrecadado era doado aos pobres da cidade.

 

Hoje em dia, as fantasias mais lembradas são os destaques das Escolas de Samba. Há inclusive concursos onde são avaliadas aquelas que são mais luxuosas. Na Bahia, a roupa que todo folião quer é o chamado abadá. Pois assim ele pode pular carnaval tranqüilamente atrás do trio elétrico corresponde.    

publicado por carnavalderua às 21:59
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